Rock in Rio – O nome, a expansão e a globalização

Quem diria que aquele festival de rock -tardio-, que só aconteceu nos anos 80, enquanto que a Europa e os Estados Unidos já tinham tido festivais enormes nos anos 60 e 70,  ia ganhar mundo e se auto intitular “o maior festival de música e entretenimento do mundo”?

Sim, porque na página oficial do Rock in Rio é assim que eles descrevem o que é este evento: “É o maior festival de música e entretenimento no mundo”.

Muito não?  No entanto, com certeza este evento deve ser o maior no gênero, maior até que o “maior show da terra”  que é o desfile das escolas de samba do também ….Rio de Janeiro!

Pois então,  quem diria que o berço do samba e das lindas canções que vivem na alma da gente seria também o berço do maior festival de música e entretenimento nascido do Rock´n´Roll???

Assim é!!

Lembrando que a cidade maravilhosa brilha sob os auspícios de Netuno e do signo de Peixes,  em que tudo é possível, onde tudo se mistura e que simboliza essencialmente a música, era possível sim, dizer que o Rock in Rio….ia dar …samba! Ia dar rock, ia dar….certo!!!

Além disso e com essa sacada para o nome do festival soando com os dois R R tal como em Rock and Roll, Rock in Rio é um nome global por excelência!! Tem o “it”, o “borogodó” da língua de prestígio do século XX, o inglês,  pois é Rock in Rio e não Rock em Rio , nem Rock en Rio (Nem português, nem espanhol) mas tem a sonoridade ibérica, pois é Rock in Rio, seja português, galego, espanhol, Rio é vocábulo comum às várias línguas ibéricas!!!   E portanto totalmente latino-americano e ibérico é claro.

Se já andou na península, quem sabe as novas fronteiras sejam mesmo as capitais latino-americanas e até mesmo o berço do Rock n Roll…o tão latinizado Estados Unidos, cujos “hablantes”  e “speakers” também estão totalmente familiarizados com a palavra Rio, se não pela existência da cidade maravilhosa, sim, pela força cada vez maior da língua Cervantes nos EUA.

Sonoro, fácil de ler, de escrever, de falar em qualquer lugar, foi a sacada máxima para esta marca que só cresceu, se expandiu e hoje está de volta à seu berço querido.

Verdade que o sucesso do festival se deve lógico ao trabalho árduo do criador e sua equipe, lógico isso. Mas é esse nome e o seu logotipo, -revolucionário para época-,:  a guitarra cravada na América até então…latrina. Hoje América fúsion, world music, total, global. Foi uma tacada magistral!!!

E ainda, aquele mundo, ambicioso, a carta máxima do tarô para o logotipo é também um símbolo magnânimo que atraiu o todo, o tudo de bom, o crescimento e a expansão!

Os caras da Artplan deviam ter muito de Peixes na alma antenados com o mundo todo!

E tinha tudo para dar certo mesmo. Curti a primeira edição e a terceira! Já na primeira foi tudo tão organzado, agente pegava um ônibusinho comum na porta de casa e ia direto até a cidade do Rock, e nas altas madrugadas pega um circular comum e voltava direto até a Zona Sul.  Muita organização para aqueles dias, e assim foi e assim deu certo.

Hoje, minha sobrinha está lá curtindo com a mãe, em área vip, é amiguinha da família de um dos Medina!

Como dizíamos, gente fina é outra coisa! Que curta muito!!! E como dizia “Celso Blues Boy” aumenta que isso aí é Rock ´n ´Roll!!

Autor: ADRIANA MARANHÃO . ASTRÓLOGA

Astróloga, Numeróloga e Analista de Nomes. Especializada em Nomeação, Orientação Vocacional, Planejamento Profissional e Qualidade de Vida. Certificada em Ayurveda e Yoga com larga experiência anterior no ensino de Meditação. Presta Atendimentos Individuais e Serviços Especiais em Curitiba e no Rio de Janeiro. Consultoria: www.adrianamaranhao.com | Email: a.astrologa@adrianamaranhao.com | Telefone: (21) 982246260 | Skype: adrias333 |